Água é molhada, o papa é católico e a galera reclama do novo herói de Overwatch estar quebrado e chato de enfrentar. Vendetta chegou e já virou alvo de muita reclamação.
Blizzard tem o costume de lançar heróis OP para bombar, e Vendetta, o primeiro DPS corpo a corpo, não ficou de fora. Com espada gigante e mobilidade absurda, ela domina partidas, especialmente nas ranqueadas mais baixas.
Por que Vendetta incomoda tanto?
Assim como Widowmaker na época, Vendetta pode pular, eliminar um alvo isolado e sair quase sem levar dano. O que a torna ainda mais OP é sua resistência: mais vida, armadura, bloqueio, perks que aumentam sua sobrevivência, duas habilidades de movimento que causam dano, ataque acelerado e ultimate imprevisível.
Mesmo após um nerf leve, o descontentamento só cresce entre os jogadores. A sensação é que a personagem tem um teto de habilidade baixo, ou seja, qualquer um pode ser eficaz com ela, aumentando a frustração.
Inspirando-se em outros jogos
Em Marvel Rivals, vários personagens corpo a corpo com alta mobilidade são comuns e fazem parte do jogo. Lá, os jogadores já aprenderam a lidar com essa ameaça constante ao backline, diferente de Overwatch, que não foi projetado para isso.
Ferramentas de controle em Overwatch não funcionam bem contra Vendetta, seja o sleep da Ana, o escudo da Brigitte ou o boop do Lucio. Isso deixa claro que, apesar de legal, a implementação da Vendetta ainda precisa de ajustes.
O que pode mudar?
Os nerfs recentes só reduziram números, mas o problema está nas mecânicas. Aumentar o tamanho da hitbox, melhorar o feedback sonoro ou dar um delay na ultimate para mais counterplay são ideias que podem ajudar.
Vendetta não vai sair do jogo, então o jeito é se adaptar. Se os jogadores de Marvel Rivals conseguem, os de Overwatch também vão conseguir.
