Já faz algumas semanas desde o lançamento de Arknights: Endfield e, apesar de alguns contratempos (como aquele apagão por causa da tempestade de gelo), estou jogando regularmente. O jogo mistura o RPG de sempre com um sistema de simulação de fábrica que é essencial para avançar.
Quer evoluir? Vai ter que construir e melhorar suas fábricas na região onde estiver. Precisa de equipamentos, remédios ou dinheiro? Tudo isso sai das linhas de produção que você gerencia para ajudar os refugiados e suas construções. Não dá para ignorar essa parte!
Explorando com ajuda dos outros jogadores
O legal é que você não está 100% sozinho. Enquanto explora Talos-II, vai encontrar facilidades montadas por outros jogadores, como ziplines, torres de defesa e depósitos. Você pode usar essas estruturas para facilitar sua jornada, mas também vai precisar montar as suas para garantir estabilidade, já que essas instalações mudam com o tempo.
Essas facilidades podem se desgastar, serem atacadas por inimigos e precisam de reparos. Embora você não precise se preocupar com as instalações dos outros, tem a opção de consertá-las, o que é uma escolha bacana e mostra o lado colaborativo do jogo.
Socialização sutil em games solo
Arknights: Endfield, como outros RPGs gacha, é um jogo praticamente solo. Mesmo assim, ele permite uma interação social discreta, diferente de muitos outros títulos do gênero onde você pode simplesmente ignorar os outros jogadores.
Exemplos como Genshin Impact, com seu evento Lantern Rite, mostram que jogadores gostam de deixar mensagens e interagir de forma simples e voluntária, sem obrigação. Em Endfield, a troca de mensagens, o sistema de reparos e o compartilhamento de blueprints reforçam essa convivência amigável.
Comunidade que ajuda e compartilha
Mesmo que a interação não seja obrigatória para avançar, muitos jogadores escolhem ajudar e colaborar. Reparar ziplines de outros, deixar dicas e compartilhar setups de fábrica são ações que mostram o espírito cooperativo da comunidade, mesmo em jogos que são, na essência, solo.
Isso me lembra que, apesar das críticas e do clima pesado que às vezes rola na comunidade gamer, a galera pode ser legal e prestativa. E essa troca silenciosa, mas eficaz, é uma prova disso.
