VaultBreakers, o RPG isométrico da BetaDwarf, teve mais um teste de gameplay recentemente, e já dá para sacar o que ele oferece. O jogo é fácil de entrar, e o que outros levam horas para explicar, aqui rola em minutos. Mas cuidado: o começo é brutal, inimigos comuns podem acabar com sua jornada rapidinho se você vacilar.
Sem enrolação, direto ao ponto
VaultBreakers não pega você pela mão. O tutorial mostra o básico e joga o jogador direto no fogo. A missão é clara: invadir, coletar recursos no mundo ou dos outros jogadores na força, e levar tudo para sua base. Lá, você melhora seu herói para as próximas tentativas.
O visual é limpo, sem aquela bagunça de UI, menus ou estatísticas infinitas. O foco é na ação e no aprendizado na prática. O movimento é ágil e as habilidades têm peso — os cooldowns importam. Nos primeiros encontros, a prioridade é sobreviver, aprendendo a esquivar e usar seus poderes com sabedoria.
Heróis com estilos únicos e desafiadores
Você começa com uma seleção enxuta de personagens, cada um com sua dificuldade, estilo, habilidades e história. Tem o Bjornir, o Jovial Juggernaut inspirado na mitologia nórdica, que domina a batalha com força bruta, magia de gelo e seu martelo gigante. E a Sparkwing, uma dragonling elétrica que voa pelo campo ajudando aliados e acertando inimigos com raios. Novos personagens podem ser desbloqueados conforme o progresso.
Um mundo vivo que desafia e pressiona
O ambiente não é só cenário: lobos, javalis, aranhas e guardas patrulham o mapa. Com o tempo, os inimigos ficam mais fortes, caminhos se fecham e tempestades surgem, forçando confrontos entre jogadores. Morreu? Você perde metade dos itens carregados, e decide se arrisca para recuperar ou foge com o que restou. Isso cria momentos de tensão e adrenalina constantes.
O design do jogo evita que você fique parado por muito tempo, garantindo partidas dinâmicas e divertidas, que mantêm a jogatina fresca e viciante por horas, mesmo com uma mecânica simples e recompensadora.
